No velho modelo, o professor precisa contar as presenças manualmente, calcular carências (tempo mínimo em cada faixa) estipuladas pela Confederação e ainda lembrar do currículo de técnicas.
O Sistema Fuji assume a burocracia: todas as vezes que o aluno treina, o algoritmo computa. Quando o aluno atinge os requisitos mínimos de carência e horas de tatame registrados para aquela graduação, a plataforma notifica o mestre que o aluno X está apto a entrar em avaliação. Assim, o instrutor foca exclusivamente no ensino técnico do Dojo.